Esse eu fiquei toda babando quando acabei. É uma daquelas árvores para trazer bons fluídos para o ambiente, sem contar que foi feita com pau de canela, o que deixou com um aromazinho super gostoso. Deu vontade de ficar para mim ^.^
Esses sapatinhos foram encomendados pela minha irmã, serão lembrança de maternidade da chegada do meu primeiro sobrinhO. São realmente muito fofos. Vou fazer para a chegada do meu bebê também ^.^
Ainda na área de móbile com tsurus, só que esse é bem menor, com apenas 6 tsurus com 48 cm de altura e haste de 8,5 cm de diâmetro. Fio de nylon coberto por miçangas vermelhas e azuis e acabamento da haste em fita.
Esse foi mais um móbile feito com tsurus, no mesmo modelo e tamanho que o postado anteriormente, só que com com detalhe em rosa, inclusive nas miçangas que cobriram o fio de nylon. Esse foi presente para minha mais nova sobrinha, a Gabriela.
Este foi o primeiro móbile que eu fiz. Ao todo são 62 tsurus em 3 tamanhos diferentes. O móbile mede 80cm de altura e a haste 20 cm de diâmetro. O Acabamento é em fios dourados e prateados.
No Japão o Tsuru é uma ave mitológica que acredita-se viver mil anos, simboliza a longevidade, a paz e a boa sorte. Reza a lenda que aquele que dobrar mil tsurus enquanto mentaliza um desejo, terá tal desejo realizado. A lenda do Tsuru conta que um caponês muito pobre, mal tendo como se sustentar, encontra uma garça ferida e a ajuda a se recuperar. Alguns dias depois uma moça muito bonita bate a sua porta pedindo abrigo. Mesmo sendo muito pobre, e mal tendo o que comer para uma pessoa apenas, como era muito bondoso, o camponês abriga a garota, também por considerar uma grande honra hospedar alguém de tamanha beleza. Os dois se apaixonam e se casam. A esposa se oferece para produzir um tecido especial para que ele podesse vender na cidade, porém tal serviço teria que ser feito em segredo, e nem mesmo o marido poderia vê-la enquanto teava. Um tecido belíssimo ficou pronto e foi chamado de "mil penas de tsuru". Quando levado a cidade, os comerciantes impressionados brigaram para obter o tecido, o que rendeu ao homem um bom dinheiro. Sua esposa continuou tecendo, o que lhes proporcionou uma vida mais confortável, porém a esposa ficava cada vez mais fraca e abatida. Até que chegou um dia em que não conseguindo mais tear comunicou ao marido que pararia a produção do tecido. O camponês amava muito sua esposa, e via o quanto ela estava exausta pelo trabalho, porém havia também conhecido a cobiça e insistiu para que ela continuasse tencendo. Por amar muito o marido, mesmo já sem forças, ela voltou ao tear. Por estar muito fraca, o trabalho não saia na velocidade costumeira, e por causa da demora o camponês começou a se preocupar com o que havia acontecido com sua esposa já que ela não saia da cabana de tear, então quebrou a promessa e espiou dentro da cabana aonde sua esposa teava e segredo. Ao invés da sua bela esposa, o camponês viu uma garça, muito parecida com aquela que havia salvo. No dia seguinte, a esposa lhe entregou o último tecido, e disse que agora que ele conhecia sua verdadeira identidade, ela teria que deixa-lo. Assim ela se transformou novamente em garça, deixando para traz um arrependido camponês.